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JUSTIÇA CONDENA TRIO ENVOLVIDO EM MORTE DE MILITAR REFORMADO NA 112 SUL




Da Redação/ PM-DF

Ailton Reis Brito, Felipe Gonçalves da Silva Souza e Gesse de Sousa Resende, foram condenados, respectivamente, a 21, 23 e 24 anos de prisão em regime fechad
 Os três suspeitos pelo crime de latrocínio - roubo seguido de morte - contra o brigadeiro reformado da Aeronáutica João Carlos de Souza, 66 anos, em janeiro deste ano, foram condenados pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) a mais de 20 anos de prisão. De acordo com a assessoria da Vara da Infância e da Juventude, no dia 28 de março, o adolescente que teria participado do ato infracional análogo ao crime de latrocínio, foi sentenciado com medida de internação. O militar foi assassinado quando chegava à garagem do prédio onde morava, na quadra 112 da Asa Sul.
 De acordo com as investigações, os três homens e um adolescentes de 16 anos combinaram o crime um dia antes. Eles saíram do Gama para o Plano Piloto armados e seguiram a vítima desde um posto de combustíveis. Já no prédio, o menor apontou a arma para o militar e o obrigou a entregar o carro. Assim que João Carlos de Souza tentou escapar, o adolescente atirou na cabeça dele e fugiu com o grupo

Ailton Reis Brito, Felipe Gonçalves da Silva Souza e Gesse de Sousa Resende, foram condenados, respectivamente, a 21, 23 e 24 anos de prisão em regime fechado - por latrocínio e corrupção de menor. Apesar de ainda caber recurso, os réus permanecem presos e o juiz negou o direito de recorrer em liberdade.
 Em janeiro, o soldado da Aeronáutica Gesse de Souza Rezende, 21 anos, foi apontado como o mandante de uma quadrilha que roubava carros
 Sem arrependimento
 Em depoimento à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), o jovem envolvido disse ter atirado após ordenar que a vítima abrisse a porta, mas ela não obedeceu. A delegada substituta da DCA, Viviane Bonato, confirmou a frieza do adolescente. “Ele contou tudo com muita tranquilidade. É muito violento e perigoso, pelo que a gente verificou nos antecedentes. Ele atira e não demonstra arrependimento nenhum”, afirmou.
 O juiz da 6ª Vara Criminal de Brasília entendeu que os acusados se uniram com o propósito de praticar crime grave e "diante da não cooperação da vítima acabaram por ceifar sua vida

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