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Eleições: Em 24h, três candidatos a governo barrados na Ficha Limpa renunciam

Em MT e RR, candidatos anunciaram mulheres como substitutas.
Arruda foi substituído pelo vice na chapa, Jofran Frejat (PR). A mulher do ex-governador, Flávia Peres (PR), foi escolhida a nova vice. Foto: CB

José Roberto Arruda foi condenado pelo Tribunal de Justiça do DF por improbidade administrativa no dia 9 de julho, em segunda instância, pelo suposto envolvimento no esquema de corrupção conhecido por mensalão do DEM.

Segundo o entendimento do TSE e do TRE, no entanto, a condenação posterior ao pedido de registro também pode ser vista como condição de inelegibilidade.

Indeferido pelo TSE, o deputado estadual José Riva (PSD) deu lugar à mulher Janete Riva (PSD) na disputa pelo governo de Mato Grosso (Foto: Renê Dióz/G1)

Em Mato Grosso, José Riva teve a candidatura indeferida por ter sido condenado por improbidade administrativa.

A decisão foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite de quinta-feira (11). Nesta sexta, foi anunciada a substituição pela ex-secretária de Cultura de Mato Grosso Janete Riva, mulher de Riva.


Neudo Campos foi subsituído pela mulher, Suely Campos, em Roraima (Foto: Emily Costa/ G1)

Em Roraima, Neudo Campos também foi substituído pela mulher, Suely Campos, mas ele ainda aguarda recurso no TSE que deve ser julgado na segunda (15). Paulo César Quartiero (DEM) continua como vice na chapa.

"Tive de deixar a candidatura e escolhi colocar a minha esposa, pois confio nela e nós seguiremos juntos na disputa eleitoral", sustentou o político ao anunciar a candidatura da mulher.

Barrados...

A um dia do fim do prazo para substituição de candidatos nas chapas nestas eleições, três postulantes a governador renunciaram às candidaturas: José Roberto Arruda (PR), no Distrito Federal; José Riva (PSD), candidato ao governo de Mato Grosso; e Neudo Campos (PP), candidato a governador em Roraima. Os três tiveram os registros barrados pela Lei da Ficha Limpa.


José Roberto Arruda foi condenado pelo Tribunal de Justiça do DF por improbidade administrativa no dia 9 de julho, em segunda instância, pelo suposto envolvimento no esquema de corrupção conhecido por mensalão do DEM.

Na quinta, o TSE rejeitou recursos protocolados pela defesa de Arruda e manteve a decisão de considerar o político inelegível.

A defesa do ex-governador alega que o pedido de registro da candidatura foi feito antes da condenação, quando Arruda ainda era ficha limpa, por isso, o registro não pode ser indeferido.

Segundo o entendimento do TSE e do TRE, no entanto, a condenação posterior ao pedido de registro também pode ser vista como condição de inelegibilidade.

O candidato ainda aguardava manifestação do Supremo Tribunal Federal (STF), mas anunciou a renúncia neste sábado (13), um dia antes do prazo para substituição se encerrar.

Em Mato Grosso, José Riva teve a candidatura indeferida por ter sido condenado por improbidade administrativa. A decisão foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite de quinta-feira (11). Nesta sexta, foi anunciada a substituição pela ex-secretária de Cultura de Mato Grosso Janete Riva, mulher de Riva.

O parlamentar já teve quatro condenações colegiadas por crime de improbidade administrativa e, em maio deste ano, chegou a ser preso durante a Operação Ararath por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro por meio de factorings. Passou três dias no Complexo da Papuda, em Brasília, e depois foi solto.

Janete Riva também já chegou a ser presa. O episódio foi em 2010, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Jurupari, que indiciou 93 pessoas por crimes ambientais na região de floresta amazônica em Mato Grosso.

Em Roraima, Neudo Campos também foi substituído pela mulher, Suely Campos, mas ele ainda aguarda recurso no TSE que deve ser julgado na segunda (15). Paulo César Quartiero (DEM) continua como vice na chapa.

Campos foi condenado poro crime contra a administração pública pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região e teve as contas de seu governo rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

"Tive de deixar a candidatura e escolhi colocar a minha esposa, pois confio nela e nós seguiremos juntos na disputa eleitoral", sustentou o político ao anunciar a candidatura da mulher.
Fonte: Portal G1, em São Paulo / blog do RICARDO NOBLAT - 14/09/2014 - 

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