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Marconi vai reduzir número de secretarias e exonerar mais de 5 mil comissionados. Economia para Goiás será de R$ 300 mi


DA REDAÇÃO
Reforma Administrativa
O governador também divulgou que no dia 5 de dezembro deste ano, uma nova fase deste projeto será iniciada
O governador de Goiás reeleito, Marconi Perillo (PSDB), anunciou na tarde desta quinta-feira (13/11) um projeto que pretende realizar a fusão de secretarias do Estado, que passarão de 16 para 10, além da demissão de 5.400 funcionários comissionados, ou seja, contratados sem concurso. Segundo o gestor, a economia será de mais de R$ 300 milhões.
O tucano já apresentou o projeto para a Assembleia Legislativa, e diz que pretende colocá-lo em prática até o fim deste ano. No dia 5 de dezembro, será enviada à Casa a segunda etapa da reforma administrativa. Trata-se de um novo projeto de lei com previsão de cortes na estrutura de agências e empresas.
Quando concluída, conforme o governador, a reforma extinguirá mais de 16 mil cargos. O ajuste também prevê a avaliação e a modernização de secretarias, empresas públicas e agências.
Em anúncio, Marconi sustentou que esta é uma reforma inédita, e que nenhum outro Estado possui essa quantidade de secretarias. O político frisou que este é um projeto exclusivo dele, de sua autoria, e que manteve tudo em sigilo para que não sofresse nenhuma interferência política. “Poucas pessoas já estão sabendo dessas propostas de mudança”, disse.
Marconi relatou que havia conversado com outros governantes de vários estados, e de acordo com ele, todos esperam por uma reforma. “Se considerarmos o que vamos fazer até o dia 5 de dezembro, em relação às autarquias, fundações e empresas do Estado, nós teremos um número superior a 16 mil cargos extintos a partir do dia 1º de janeiro de 2015”, completou.
O gestor afirmou que a intenção é antecipar uma crise eminente. Marconi disse que o mais importante é garantir as necessidades da população. “Teremos menos gasto com pessoa e o que for economizado voltará para a sociedade”, explicou. Eleito pela quarta vez, o tucano frisou que só aceitou ser candidato ao governo por mais vez ao ver a necessidade que o Estado ainda tinha. “Goiás ainda precisa de mudanças”, pontuou. Segundo o gestor, outras mudanças ainda estão por vir, principalmente na área da Educação.
O projeto de reforma política segue agora para análise do poder Legislativo. De acordo com o presidente da Assembleia, deputado Hélio de Sousa (DEM), o trâmite da matéria deve durar em média 30 dias. Com informações de Marcelo Gouveia JORNALOPÇÃO

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