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Mosquito tira Robinho de outro jogo da Libertadores


Da redação JAL
Após ter fechado o elenco do Atlético para o primeiro semestre com seis reforços, o presidente do clube, Daniel Nepomuceno, afirmou que a “dor de cabeça” ficaria toda para o técnico Diego Aguirre. O uruguaio, entretanto, não contava com agravantes improváveis como o BID (Boletim Informativo Diário) da CBF e até mesmo um inseto causador de febre.
Reforço mais badalado do Galo, Robinho está praticamente vetado para o duelo desta quarta (16) contra o Colo-Colo. Apesar de os efeitos da picada do mosquito terem diminuído consideravelmente, o jogador não treinou com bola nessa segunda (14) e fez apenas atividades físicas. Com mais este provável corte, ele perderá o sétimo jogo desde que foi contratado, em 11 de fevereiro.
Outras duas contratações importantes para o setor ofensivo, Cazares e Clayton enfrentaram problemas de ordem burocrática. Para contar com o primeiro, o Galo precisou esperar uma “intriga internacional” envolvendo as federações da Argentina e do Equador. O meia foi protagonista de uma briga entre Banfield, Galo e Independiente del Valle. O clube argentino tentava provar ter comprado os direitos econômicos do armador. Porém, os equatorianos garantem não ter recebido o dinheiro da compra e, por isso, o negociaram com o Galo. Os advogados atleticanos acionaram a Fifa e, após esperar 50 dias, regularizaram Cazares no BID.
O jovem meia perdeu sete jogos oficiais da temporada. Só foi estrear no embate contra o próprio Del Valle. Nesta quarta, será novamente titular, com a missão de ficar mais do que 45 minutos em campo, após ter sido substituído por Dátolo contra o Colo-Colo, ainda no intervalo. O argentino se recupera de lesão na coxa esquerda.

FÉRIAS FORÇADAS
Clayton viveu, em menor escala, o mesmo drama de Cazares. Entre a novela da contratação e o “parto” da regularização no BID, o atacante de 20 anos ficou quase 30 dias parado e não foi inscrito na Libertadores. Agora, busca ritmo de jogo para cumprir as expectativas criadas pela torcida.
“Perdi muito ritmo de jogo e condição física. Tecnicamente, vou melhorando com o decorrer do tempo”, avaliou o atleta, após ter marcado o gol do empate com o América, domingo, pelo Campeonato Mineiro.
Clayton foi a primeira “vítima” da CBF, que começou, com um ano de atraso, a cumprir a norma da Fifa proibindo a participação de investidores nos direitos econômicos dos jogadores. Atlético e Figueirense tiveram que refazer o contrato, e o nome do atacante só apareceu no BID 17 dias depois da transferência.fonte R7

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