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Marconi Perillo explica por que não recebeu Dilma na inauguração do novo aeroporto de Goiânia



NOTA DO GOVERNADOR MARCONI PERILLO
       
Em todos os meus mandatos, no exercício da função de governador do Estado de Goiás, pautei-me sempre pelo respeito institucional às autoridades constituídas do País e, em especial, à mais alta autoridade, que exerce o cargo de Presidente da República.

Deveria, portanto, receber a Excelentíssima Senhora Presidente da República, Dilma Rousseff, já que tenho entre minhas características o respeito à democracia e ao republicanismo. Além disso, estou muito feliz com a entrega das obras do Aeroporto de Goiânia e com a assinatura do projeto de lei que criará as universidades federais de Catalão e Jataí.

Foram mais de 20 anos de dedicação a estas causas. Como governador, destinei, em meus quatro governos, quase R$ 200 milhões para a consolidação dos câmpus da Universidade Federal de Goiás em Catalão e Jataí. O último benefício ocorreu no início deste ano, com a destinação de 70 alqueires para universidade, área onde está assentado o atual campus de Jataí. Investimentos vultosos foram realizados em pagamento de professores, obras de infraestrutura, dentre outros benefícios, como a construção de prédios, teatros, bibliotecas, entre outros.

No final de 2015, solicitei uma audiência junto à Senhora Presidente para tratar especificamente desse assunto. Solicitei correspondências do reitor da UFG e dos diretores dos câmpus de Catalão e Jataí. Levei todas as informações técnicas e financeiras, especialmente quanto ao baixíssimo custo que estas novas instituições de ensino superior agregarão às despesas do Tesouro Nacional. Recebi naquela data a garantia de que o pleito seria atendido. Fui autorizado, inclusive, a fazer o anúncio na mesma data, em Goiânia, com a presença do reitor da UFG, professor Orlando Amaral, e pró-reitores.

A partir de então, começamos as tratativas junto ao Excelentíssimo senhor ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e à Casa Civil da Presidência da República para concretização deste sonho dos catalanos e jataienses e de suas regiões.

Quanto ao Aeroporto de Goiânia, dei o primeiro passo, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso. No governo Lula, a obra foi iniciada e embargada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por suspeitas de irregularidades. Já no governo da presidente Dilma, e à época já em meu terceiro governo, deflagrei verdadeira peregrinação à Brasília.

Foram quase 70 reuniões junto aos presidentes e ministros do TCU, além de seus auditores e técnicos, de diretores da Infraero, dos ministros da Defesa, dos ministros da Aviação Civil, até que, depois de mais de 20 reuniões no TCU, conseguimos finalizar acordo que envolveu o tribunal, a Infraero e o consórcio construtor. Participei de todas essas reuniões, por isso estou feliz com a entrega das obras, mesmo que ainda não tenham sido totalmente concluídas, pois ainda faltam intervenções como o viaduto de acesso à BR 153, dentre outras.

Apesar de todo esse intenso e dedicado trabalho, lamento não ter podido comparecer à cerimônia de inauguração do aeroporto e de anúncio de criação das universidades, porque fui informado de que seria, mais uma vez, hostilizado por grupos radicais ligados a partidos políticos e movimentos sociais.

Goiânia, 9 de maio de 2015.

Marconi Perillo
Governador de Goiás

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