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Polícia Civil desarticula e prende quadrilha que roubava e clonava veículos

As investigações da “Operação Mentor” foram iniciadas em setembro do ano passado após a polícia goiana receber informações da Policia Civil do Tocantins de que aquele estado estava recebendo grande quantidade de veículos clonados em Goiás




Da redação do JAL A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), desarticulou, nesta quinta-feira (12), organização criminosa suspeita de roubo de veículos, receptação e falsificação de documentos, entre outros crimes. Onze pessoas foram presas. As investigações começaram com a “Operação Mentor”, iniciada em setembro do ano passado. Na ocasião, a polícia goiana recebeu informações da Policia Civil do Tocantins de que aquele estado estava recebendo grande quantidade de veículos clonados em Goiás. Desde então, iniciaram-se as investigações que culminaram, nesta quinta-feira, com o cumprimento de oito mandados de prisão e de outros nove de busca e apreensão. A operação contou com a participação de 60 policiais. Segundo o delegado adjunto da DERFRVA, Fábio Meireles Vieira, um dos líderes da organização é Alex Pereira Mendonça, de 24 anos, que está preso desde o último mês de março por tráfico de drogas. Alex conseguiu repassar ao irmão Eduardo Pereira Mendonça, de 20 anos, também integrante do grupo, detalhes das ações coordenadas por ele, quando ainda estava em liberdade. Ciente da forma como o irmão agia, o jovem deu continuidade ao esquema que vendia veículos roubados e clonados. Entre os presos há duas mulheres: Stefanny Fernandes Lima, de 22 anos, e Jessyka Gomes de Macedo, de 25 anos, esposas de dois membros do grupo. Segundo a polícia, elas agiam como falsificadoras de documentos para os criminosos. Foram apreendidos 12 veículos – dos quais três já foram confirmados como fruto de roubos; os demais passam por perícia para que seja possível checar a procedência -, duas armas de fogo, munições, drogas, cerca de R$ 1 mil em espécie e vários cheques. Foram encontrados 350 documentos de veículos em branco pertencentes a outros estados. A polícia investigará como eles tiveram acesso a esses papéis que são de uso restrito de órgãos competentes como os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detran) e Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretran). De acordo com o delegado, cada documento preenchido vale, em média, R$ 400 no mercado ilegal.
Fonte: PCGO

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