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Vídeo: Ataque a tiros na Alemanha deixa 10 mortos e 27 feridos


O autor do ataque que terminou com 10 mortos - incluindo o agressor - e 27 feridos na tarde de sexta-feira (22) em Munique, na Alemanha, não tinha relações com o Estado Islâmico, de acordo com o chefe da polícia alemã, Hubertus Andrae.

O atirador de 18 anos nasceu em Munique e estava sob tratamento psiquiátrico. Ele não tem vínculos com refugiados e não tinha passagem anterior pela polícia, segundo as autoridades.

Armado com uma pistola Glock de 9 mm, o atirador agiu sozinho. Ele levava 300 balas, afirmou o investigador Robert Hemberger, de acordo com a Associated Press. O jovem parecia obcecado por tiroteios destrutivos. Ele tinha um exemplar do livro “Rampage in Head: Why Students Kill" (Destruição em minha cabeça: por que os estudantes matam, em tradução livre).

A polícia suspeita ainda que o atirador tenha invadido uma conta de uma jovem no Facebook e divulgado uma mensagem convidando as pessoas a ir até o centro comercial às 16h, no horário local. “Ganharão algo que quiserem e que não seja muito caro”, dizia a mensagem. A mulher denunciou pouco depois que a sua conta havia sido pirateada.


Ataque

Testemunhas disseram inicialmente ter visto três atiradores com armas de cano longo, e a polícia chegou a alertar que eles teriam fugido. Já na madrugada de sábado, pela hora local, não havia evidências de outros envolvidos.

O centro comercial fica perto do Parque Olímpico de Munique, onde aconteceram os jogos de 1972. Relatos de um segundo foco de tiroteio na praça conhecida como Stachus, no centro de Munique, foram desmentidos pela polícia à imprensa local.


Cidade parada

Autoridades declararam estado de emergência em Munique. O transporte público da cidade foi temporariamente suspenso e o festival de música Tollwood foi cancelado.

A chanceler alemã, Angela Merkel, convocou para este sábado, em Berlim, uma reunião de seu Conselho Federal de Segurança. Este conselho reúne, além da chanceler, os ministro de Defesa, Ursula von der Leyen, de Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, o vice-chanceler Sigmar Gabriel, e o de Justiça e de Finanças, assim como o ministro da chancelaria, que na Alemanha supervisiona a atividade dos serviços cecretos.

No momento do ataque, a chanceler estava começando suas férias nos Alpes, enquanto seu ministro do Interior teve que interromper uma viagem pelos Estados Unidos para retornar a Berlim.

Fonte: G1

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