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Greve dos bancos já chega a oito dias sem acordo entre as partes



A greve dos bancários em todo Brasil, que completa oito dias nesta quarta-feira (14), provocou o fechamento de cerca de 70% das agências no DF e Goiás, segundo o sindicato da categoria.

Os bancários reivindicam reajuste salarial de 15% – 10% de reposição da inflação e 5% de aumento real. Na sexta-feira, a Fenaban apresentou proposta de reajuste de 7%, recusada pela categoria. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Fenaban se reuniram nesta terça em São Paulo para discutir as propostas já apresentadas.

Com a greve, os serviços nas agências estão reduzidos principalmente a acessos por telefone e internet. "O serviço varia, algumas têm gerentes fazendo trabalhos internos, outras estão completamente fechadas", informou o Sindicato dos Bancários de Brasília.

Os bancários também pedem a valorização do piso salarial no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) - o piso atual é de R$ 1,9 mil -, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de melhores condições de trabalho.

De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que coordena as negociações, a greve dos bancários fechou cerca de metade das agências do país. Segundo o Banco Central, há 22.676 unidades instaladas no Brasil.

Proposta rejeitada

A categoria havia rejeitado a primeira proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), de reajuste de 6,5% sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. A proposta seguinte, também rejeitada, foi de reajuste de 7% no salário, Participação nos Lucros e Resultados e nos auxílios refeição, alimentação, creche, além de abono de R$ 3,3 mil.

Em nota, a Fenaban explica que o aumento composto por abono e reajuste sobre o salário "é o mais adequado para o atual momento de transição na economia brasileira".

Serviços mantidos

Com o atendimento físico afetado pela greve, os clientes podem fazer saques, transferências e outras operações por canais alternativos. Como opções, há caixas eletrônicos, internet banking, aplicativos no celular (mobile banking), telefone, casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados.

Com informações G1

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