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Tribunal julga hoje se Celina Leão volta a presidência da Câmara no DF



O Tribunal de Justiça do Distrito Federal deve decidir nesta quarta (19) se a deputada Celina Leão (PPS) retorna à presidência da Câmara Legislativa do DF, de onde foi afastada em agosto após suspeita de envolvimento em propina. A ação se refere especificamente à parlamentar, mas pode beneficiar os três ex-secretários da Mesa Diretora que também foram "depostos".

A ação está na pauta do Conselho Especial do TJ, que se reúne a partir das 13h30 desta terça. Como o processo corre em segredo de justiça, a sessão de julgamento será fechada à imprensa. A decisão pode ser adiada se houver pedido de vistas – quando algum dos desembargadores pede mais tempo para analisar o tema.

Relator dos casos que envolvem a operação Drácon, deflagrada em agosto pelo Ministério Público e pela Polícia Civil, o desembargador José Divino vai interromper as férias para a sessão desta terça. Ele se afastou no último dia 13 e, no papel, só volta oficialmente ao posto em 11 de novembro.

Como argumento para o regresso de Celina, o advogado Eduardo Toledo questiona o fato de a decisão ter vindo de um desembargador plantonista. Segundo ele, era dispensável o MP ter pedido o afastamento dos deputados no fim de semana.

“Não havia essa necessidade, essa urgência, sobretudo quando o principal elemento que pautou a ação foi o depoimento de Liliane Roriz, que aconteceu em 29 de julho, quase um mês antes de ser submetido ao plantonista”, afirmou Toledo ao G1.

Celina e os então secretários Raimundo Ribeiro (PPS), Júlio César (PRB) e Bispo Renato Andrade (PR) foram afastados no dia 23 de agosto, quando foi deflagrada a primeira fase da Drácon. Com a renúncia da então vice-presidente Liliane Roriz (PTB), que denunciou o suposto esquema, a Câmara vem sendo comandada pelo novo vice, Juarezão (PSB).

A operação Drácon investiga o possível envolvimento dos quatro políticos e do deputado Cristiano Araújo (PSD) em um esquema que teria favorecido o pagamento de dívidas do GDF com UTIS, mediante pagamento de propina. Nesta segunda (17), mandados de busca e apreensão foram cumpridos na casa de ex-assessores suspeitos de ocultar provas, na terceira fase da operação.

Com informações G1

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