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Vacinação contra H1N1 para gestantes, puérperas e crianças de 6 meses até 5 anos começa nesta segunda-feira em Goiás

Estado está em situação de alerta e já registrou 17 mortes pela doença em 2018. Confira onde se imunizar em Goiânia e outras oito cidades.






omeça nesta segunda-feira (23) o período de vacinação contra H1N1 na rede pública de saúde de Goiás prioritariamente para gestantes, puérperas (mulheres que deram à luz há até 45 dias) e crianças de 6 meses até 5 anos. O estado está em situação de alerta e já registrou 17 mortes pela doença neste ano.

A campanha no estado começou 10 dias antes da nacional, que tem início nesta segunda-feira. Os primeiros grupos a terem prioridade na imunização foram idosos, trabalhadores da saúde e pessoas com doenças respiratórias crônicas e cardíacas.

A imunização protege contra dois subtipos da Influenza A – H1N1 e H3N2 – e um subtipo da Influenza B.
O estado de Goiás já recebeu 650 mil doses da vacina na primeira remessa, outras 300 mil na segunda e 279 mil na última sexta-feira (20).

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Goiás (SES-GO), são considerados grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, puérperas, pessoas com 60 anos ou mais, indígenas, trabalhadores da saúde, professores, portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, funcionários do sistema prisional e adolescentes e jovens entre 12 e 21 anos que cumprem medida socioeducativa ou estão presos.

Veja o calendário de vacinação para o estado


  • 13/04 a 20/05 – Idosos, trabalhadores da saúde e pessoas com doenças cardíacas e respiratórias graves
  • 23/04 a 27/04 – gestantes, puérperas e crianças
  • 30/04 a 11/04 – professores
  • 12/05 – Dia D: serão vacinados todos os grupos prioritários da campanha
  • 14/05 a 1/06 – todos os grupos prioritários da campanha


Indígenas: podem ser vacinados durante todo o período da campanha
Presos e funcionários do sistema prisional: o agendamento será feito a critério do município no período da campanha.



Qualidade das vacinas aplicadas

O medo do avanço da doença levou várias pessoas a laboratórios particulares. Os estoques acabaram, e as clínicas precisaram pedir reposição e passaram a atender com distribuição de senha. O custo é de cerca de R$ 150. O Procon fiscaliza o serviço.

A SES-GO alerta para que as pessoas que procuram se vacinar fora das unidades públicas tomem cuidado. Segundo o órgão, o medo da população pode gerar oportunidades de golpes de empresas que não têm autorização para realizar aplicações das vacinas.

Em caso de desconfiança, é preciso checar o alvará sanitário da companhia com a Vigilância Sanitária de cada município. O número para denunciar irregularidades ao estado é: 0800-643-3700.

Mortes e casos graves

Há confirmação de 17 mortes pelo vírus H1N1 em Goiás em 2018. As mortes aconteceram em sete cidades:


  • Anápolis – 1
  • Goiânia – 9
  • Jaupaci – 1
  • Trindade – 2
  • Hidrolândia – 1
  • Morrinhos – 1
  • Rio Verde – 2

De acordo com o último informe epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia, na última quinta-feira (19), das nove vítimas, duas eram vacinadas contra gripe. No grupo também há três idosos e pessoas com diabetes, doença cardiovascular e doença neurológica.

Já em relação às outras cidades, os dados foram divulgados pela SES-GO na terça (17). A pasta faz balanços semanais sobre a doença. No último boletim havia ainda 92 casos graves de H1N1 registrados no estado.



As duas primeiras morte por H1N1 registradas no estado neste ano ocorreram na Vila São José Bento Cottolengo, hospital filantrópico que atende pessoas com múltiplas deficiências, físicas e mentais. Um surto da doença atingiu a unidade, e outros pacientes precisaram ficar em isolamento.

O governo estadual decretou estado de alerta e criou um comitê para controlar a situação e, adotando recomendações do Ministério Público, reservou 30 leitos em hospitais para atender casos graves. O secretário estadual de Saúde, Leonardo Vilela, classificou a situação como "anômala".

Sintomas, prevenção e tratamento

Os principais sintomas da gripe H1N1 são os mesmos de um estado gripal comum, como febre que dura entre 3 e 5 dias, tosse seca, secreção e dores no corpo. Quem tiver esses sintomas deve procurar atendimento médico, afirma a Secretaria Municipal de Saúde.

Indivíduos doentes devem manter repouso, alimentação balanceada e ingestão de líquidos adequada e evitar contato com outras pessoas em ambientes fechados e aglomerados.

A forma mais eficaz de evitar a transmissão do vírus é a higienização das mãos, principalmente com álcool gel. Também é recomendável cobrir a boca e o nariz ao espirrar.

Fonte: G1 / Jornal Águas Lindas

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