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Brasília vai triplicar Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica


Previsão é aumentar a quantidade de equipes de 9 para pelo menos 30 até o fim de junho 


Fonoaudiólogos estão entre os profissionais que reforçarão o programa. Prioridade será para áreas com maior vulnerabilidade social

O Distrito Federal ampliará a quantidade de grupos multiprofissionais que complementam o atendimento prestado pelas equipes de Saúde da Família dentro da rede pública.

Os chamados Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (Nasf-AB) passarão de nove para pelo menos 30 até o fim de junho, segundo estimativa da Secretaria de Saúde.

Serão priorizadas áreas com maior vulnerabilidade social e com espaço para abrigar a equipe. Para alcançar a meta, a secretaria publicou, na segunda-feira (28), a Portaria n° 488, de 23 de maio, que explica o processo de transição para profissionais que optarem por integrar um núcleo.

Serão no mínimo cinco servidores de profissões distintas em cada núcleo. Poderão manifestar interesse em compor a equipe:

assistentes sociais
farmacêuticos
fisioterapeutas
fonoaudiólogos
nutricionistas
psicólogos
terapeutas ocupacionais

Esses servidores, lotados nas Gerências de Serviços da Atenção Primária, devem procurar em até dez dias a sua gerência com o formulário do edital preenchido.

Se a quantidade de servidores interessados no processo for insuficiente para a cobertura por equipe Nasf-AB, a oportunidade será oferecida em outros níveis de atenção. Ao mesmo tempo, quem não tiver interesse em integrar o núcleo poderá ser realocado.

Portaria normatiza a atividade

Também foi publicada na segunda-feira (28) a portaria que normatiza a atividade dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica. O texto, entre outras coisas, define os profissionais que devem integrar o grupo e como deve ser a atuação.

O governador Rodrigo Rollemberg sancionou o projeto que oficializa o modelo como o único de atenção primária no DF

Médicos, enfermeiros, técnicos ou auxiliares de enfermagem, agentes comunitários de saúde, cirurgiões-dentistas e técnicos em higiene dental não podem fazer parte da estrutura, uma vez que já compõem as equipes de Saúde da Família.

Cada núcleo tem de estar vinculado a uma cota de cinco a nove equipes de Saúde da família, incluindo a de saúde bucal.

Fonte: Agência Brasília/Jornal Águas Lindas

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