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Casal que matou mãe e filho na Rodoviária se entrega à polícia


Marido e mulher alegam legítima defesa para justificar o assassinato de mãe e filho na Rodoviária do Entorno, no centro de Brasília


casal acusado de assassinar mãe e filho na Rodoviária do Entorno, no centro de Brasília, na quarta-feira (4/7), se entregou à polícia na tarde desta segunda-feira (9). O pedido de prisão preventiva foi feito um dia após o crime, às 18h, e foi concedido nesta segunda.

Na sexta-feira (6/7), após diversas diligências, o casal contratou um advogado para se apresentar ao delegado da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central), comandada pelo delegado-chefe Rogério Henrique Oliveira. Os dois alegam legítima defesa.

O casal disse ainda ter perdido a arma após o crime. "Pelo o que apuramos até o momento, não se trata de um crime de legítima defesa. Acreditamos que a arma esteja escondida em algum local. Apesar da prisão, continuaremos escutando testemunhas e, sobretudo, a vítima que sobreviveu", afirma.

O prazo para finalizar o inquérito é de 30 dias, mas ele deve ser concluído antes disso. O casal poderá responder por duplo homicídio e tentativa de homicídio. A pena é superior a 30 anos.

Mãe e filho mortos 

O crime aconteceu às 14h40 da última quarta-feira (4/7). Maria Célia Rodrigues dos Santos, 38 anos, e Wellington Rodrigues Santos da Silva, 22, morreram no local. Kerolyn Ketlen Moreira, 19, filha de Maria Célia e irmã de Wellington, também foi atingida e levada com vida para o Hospital de Base de Brasília. Segundo testemunhas, o motivo para o duplo assassinato seria a disputa pelo ponto de venda de produtos como balas, doces e roupas no local.

Briga antiga

No dia do crime, a polícia informou ter indícios de que o crime tenha relação com briga antiga entre os envolvidos. A suspeita é a de que um caso registrado como tentativa de roubo, que deixou três pessoas feridas na Rodoviária, pode, na verdade, ter relação com essa rixa. Em 25 de junho, a mulher do acusado teria ferido, com um golpe de faca, o filho da ambulante, Wellington. Desde então, o rapaz passou a andar armado com um facão, encontrado ao lado dele na cena do crime. A companheira dele está no nono mês de gestação e chegou à Rodoviária em desespero, gritando o nome de Wellington.

Fonte: CB/Jornal Águas Lindas


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