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Parada Gay percorre o centro de Brasília e pede representatividade política


Evento reúne 15 mil pessoas no centro da capital. Foto: Kleber Lima/Jornal de Brasília


or volta das 18h50, o evento reunia um público de 15 mil pessoas, segundo a Polícia Militar.

Repaginada e com temática política, a Parada Gay agita brasilienses no centro da capital. Segundo a Polícia Militar, por volta das 21h, eram 25 mil pessoas. Em sua 21ª edição, agora, ela faz parte do festival Brasília Orgulho. A novidade pretende trazer trazer mais visibilidade às questões ligadas ao mundo LGBT. O tema deste ano foi “#LGBTePolíticaSim”.

A concentração começou às 15h, no Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios. A festa segue pelo Eixo Monumental, na via N1, e vai até o Palácio do Buriti. A previsão é que termine às 21h, na Torre de TV. A organização espera reunir 80 mil pessoas. Segundo a Polícia Militar, o evento segue sem violência.

De acordo com o presidente do festival Brasília Orgulho, Michel Platini, o movimento foi modificado este ano para atrair mais pessoas e levar a discussão sobre a importância do voto consciente e da representatividade política no Congresso Nacional e na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Representatividade política

Uma pesquisa feita pelo Orgulho Brasília, no ultimo mês, mostrou que mais de 90% dos LGBTI de Brasília querem um candidato ou candidata que defenda diretamente o movimento. “São 300 mil LGBTs na cidade. Vimos que a maioria não vai votar branco ou nulo. Vão participar. Em um ano eleitoral, a posição política é muito importante.

O advogado Tomas Gonçalves, 26, concorda com esse posicionamento: ” é importante ter representatividade nas pautas políticas. O meu voto vai ser para alguém ligado ao movimento porque falta isso ainda”. Ele foi à Parada acompanhado de um grupo amigos, alguns deles fantasiados.

Festa

Há três anos, a Parada Gay se concentra em frente ao Congresso Nacional. Para o presidente do Orgulho Brasília, Michel Platini, isso representa o desejo de mudanças na legislação para que a lgbtofobia seja criminalizada, assim como o racismo e o feminicídio. Apesar dos temas importantes, Michel considera o domingo da parada como um dia festivo para celebrar o amor e a liberdade.

A musicista Diana Campos, 35, decidiu acompanhar a Parada pela primeira vez em sua vida. Lésbica, ela vê como importante esse movimento para que cada vez mais pessoas entendam a normalidade do movimento e aceitem as pessoas como elas são. “A gente quer respeito”, afirma. Ela quer aproveitar a festa que ocorre ao som de quatro trios elétricos que tocam funk e pop.

Fonte:  JBr/Jornal Águas Lindas


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