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Bolsonaro segue isolado na ponta no Distrito Federal.

Pesquisa do Instituto Opinião Política destaca o desempenho do candidato do PSL ao Palácio do Planalto entre os eleitores brasilienses. O pedetista Ciro Gomes mantém a segunda colocação. Fernando Haddad é o terceiro.






candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, mantém folgada liderança entre o eleitorado brasiliense. O capitão da reserva tem 38,4% das intenções de voto e lidera com folga a corrida pelo Palácio do Planalto entre os eleitores da cidade. De acordo com levantamento realizado pelo Instituto Opinião Política sob encomenda do Correio Braziliense, o percentual de votos de Bolsonaro subiu 3,6 pontos percentuais nas últimas duas semanas.

A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 24 de setembro e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número DF-02181/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral como BR-00927/2018. Para a amostra de 1.194 entrevistas, a margem de erro estimada foi de três pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%.



O pedetista Ciro Gomes continua na segunda posição no Distrito Federal, com 13,3% das intenções de voto mas, agora, está empatado tecnicamente com o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, cujas intenções de voto quase dobraram. O petista tinha 6,9% em 11 de setembro e, hoje, registra 12,9%. Desde o início da campanha, Ciro Gomes visitou o DF duas vezes, com passagens pelo Sol Nascente, em Ceilândia, e pelo Núcleo Bandeirante, na última sexta-feira. Fernando Haddad ainda não fez campanha na capital federal desde que virou candidato, no último dia 11. A expectativa dos petistas de Brasília é de que Haddad venha à cidade na sexta-feira. A agenda, entretanto, ainda não foi confirmada pelo ex-prefeito de São Paulo.

O quarto colocado da sondagem encomendada pelo Correio é o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, Geraldo Alckmin. O tucano, entretanto, está estagnado nas pesquisas — em agosto, ele tinha 6,3% das intenções de voto, osciloupara 6,8% no segundo levantamento e, agora, aparece com o mesmo percentual. Alckmin cumpriu agenda em Brasília no último dia 17, quando visitou a Estrutural e esteve em uma creche da cidade.

Marina Silva (Rede) está em trajetória descendente no DF. No primeiro levantamento, a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente ficou na segunda posição, com 11,7% das intenções de voto. Depois, Marina caiu para 10,5% e, agora, a candidata da Rede está em quinto lugar, com 5,8% das menções dos entrevistados. Em 2010, quando disputou a Presidência pela primeira vez, Marina Silva foi a presidenciável mais bem votada na capital do país — única unidade da Federação em que chegou à frente dos oponentes. Ela encerrou a disputa com 41,96% dos votos. Na última eleição, Marina não passou para o segundo turno mas, no DF, conquistou a segunda colocação, com 35,81%.

O candidato do Partido Novo, João Amoêdo, conseguiu melhorar o desempenho entre as pesquisas. No primeiro levantamento, o engenheiro tinha 1,6% das intenções de voto. Em 11 de setembro, Amoedo passou para 2,9% e, agora, tem 3,3%. Henrique Meirelles (MDB) aparece em sétimo lugar. Em agosto, o ex-ministro da Fazenda tinha 1,9% das intenções de voto e, duas semanas depois, cresceu para 2,9%. Agora, tem 2,8% das citações dos entrevistados da sondagem.

Intenções

Álvaro Dias (Podemos) também oscilou pouco. O senador ficou com 1,8% em agosto e, na sequência, registrou 2,0%. Agora, ele aparece com 1,7% das intenções de voto. Cabo Daciolo (Patriota) conseguiu 0,8% das menções dos eleitores no primeiro levantamento, cresceu para 1,2% na segunda pesquisa e, hoje, tem 0,7% do eleitorado do DF.

Vera Lúcia, do PSTU, subiu de 0,4% para 0,9% entre 15 de agosto e 11 de setembro e, no levantamento mais recente, ficou com 0,5%. Guilherme Boulos (PSol) passou de 0,6% para 1,6% das intenções de voto e, agora, aparece com 0,3%. Já José Maria Eymael (DC), que contava com 0,3% das menções na primeira sondagem, caiu para 0,2% e, no levantamento mais recente, tem 0,3%. João Goulart Filho (PPL) foi de 0,5% para 0,4% e, sem seguida, caiu para 0,1%.

O total de eleitores que não souberam avaliar, saiu de 5,9% na primeira pesquisa, passou para 3,4% no levantamento seguinte e, agora, está em 3,8%. O número de entrevistados que declarou a intenção de votar nulo ou em branco despencou. Em agosto, esse percentual era de 14,0%, passou

Fonte: CB / Jornal Águas Lindas


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