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TSE diz que vai avaliar desempenho da biometria; falhas na identificação provocaram filas

Corte disse que coletará dados dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) para analisar se são necessários aprimoramentos na identificação do eleitor com digital.





 Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que deverá realizar, se possível ainda antes do segundo turno das eleições deste ano, uma análise do desempenho da identificação por meio de biometria na votação de primeiro turno, no último domingo (7).

Falhas na coleta dos dados levaram a atrasos na votação e formação de filas com longa espera de eleitores, verificadas no Rio de Janeiro e em Mato Grosso, por exemplo.

Em nota, o TSE afirmou que vai receber dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) informações contidas em arquivos eletrônicos das urnas eletrônicas sobre a votação que incluem dados sobre o reconhecimento do eleitor com as digitais.

“Como sempre ocorre durante as eleições, com base nesses dados o TSE avaliará diferentes aspectos da identificação biométrica, tais como o nível de precisão da identificação do eleitor pelo equipamento utilizado nas seções eleitorais”, diz a Corte.

Com base nessas informações, avaliará a possibilidade de aprimoramentos no sistema.

“A partir dessa avaliação, a Justiça Eleitoral poderá adotar, se necessário, medidas que possam contribuir para aprimorar a identificação biométrica do eleitorado, tal como vem ocorrendo com regularidade desde que essa modalidade de identificação passou a ser adotada pela Justiça Eleitoral em 2008”, diz a nota do TSE.

No Rio de Janeiro, eleitores reclamaram da demora na votação; muitos atribuíram os atrasos às falhas na identificação biométrica. Em várias seções no estado, eleitores que sequer haviam feito o cadastramento por biometria na Justiça Eleitoral foram chamados a fazer o reconhecimento com as digitais com base em registros em cadastramento do Detran.

Em Mato Grosso, eleitores tiveram problemas para votar, em especial, idosos que não conseguiram votar usando a identificação por meio da digital.

As regras do TSE determinam que, após quatro tentativas frustradas por identificação biométrica, o mesário deve perguntar o eleitor o ano de seu nascimento para liberar a votação com assinatura do comparecimento num caderno físico.

Leia a íntegra da nota:

O TSE deve realizar, se possível antes do segundo turno das eleições, uma análise do desempenho da coleta de dados biométricos dos eleitores durante a votação no primeiro turno do pleito. Essa análise será realizada depois de a Corte receber, dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), as informações contidas nos chamados arquivos de log das urnas eletrônicas, que contêm as principais informações sobre a votação, incluindo as relativas ao reconhecimento biométrico do eleitorado.

Como sempre ocorre durante as eleições, com base nesses dados o TSE avaliará diferentes aspectos da identificação biométrica, tais como o nível de precisão da identificação do eleitor pelo equipamento utilizado nas seções eleitorais. A partir dessa avaliação, a Justiça Eleitoral poderá adotar, se necessário, medidas que possam contribuir para aprimorar a identificação biométrica do eleitorado, tal como vem ocorrendo com regularidade desde que essa modalidade de identificação passou a ser adotada pela Justiça Eleitoral em 2008.

Fonte: G1/ Jornal Águas Lindas

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