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Ajuste de pessoal do Governo do Estado é cobrado por Representante do Tesouro Nacional

Secretária da Economia endossou discurso e disse que Goiás está na frente na corrida para aderir ao plano de ajuda do Governo Federal



Em seminário promovido pela Secretaria da Economia, na tarde desta quarta-feira, 8, o representante da Secretaria do Tesouro Nacional Idanielson Cruz disse que, para garantir adesão ao Plano Mansueto, o Governo do Estado precisa fazer ajuste de pessoal.

Segundo ele, que representa a área técnica do Tesouro, em 2017, 16 Estados não tinham capacidade de pagamento e três entraram em recuperação judicial. Por esse motivo, as entidades federativas, explica, perdem acesso a crédito com garantia da União.

Cruz afirma que esse é o caso de Goiás e, por casos como o deste Estado, foi criado o Plano Mansueto para abrir linhas de crédito. “Para isso, vamos olhar a poupança corrente e a liquidez, que é a maior dificuldade deste Estado”, disse.

Reformas

Mas, para ele, o problema maior é a despesa com pessoal — seja com ativos ou inativos. Seu discurso foi endossado pela secretária da Economia, Cristiane Schmidt, que, em entrevista coletiva, disse que para resolver isso o Governo aposta na Reforma Administrativa e na Reforma da Previdência.

Segundo ela a primeira resolve as despesas com os ativos. “Só em 2018 o aumento do gasto com servidores ativos foi de 48%. Então está ficando insustentável com esse aumento expressivo no valor da folha nos últimos anos”, disse.

A Reforma da Previdência, portanto, trataria de reduzir as despesas com inativos, como já vem defendendo a titular. Por último, ela considera que a terceira via para ajudar Goiás é o ajuste fiscal, com medidas que mexam na renúncia fiscal.

Porém, mais do que isso, Schmidt considera que, a longo prazo, a Reforma Tributária será o ideal para aumentar arrecadação. “Ajuste fiscal não é popular, é chato, mas é necessário, porque se a gente não fizer ajuste fiscal não vamos ter dinheiro suficiente para fazer política pública”, disse.

Ainda segundo ela, Goiás está na frente na corrida para cumprir as exigências do Governo Federal para entrar no Plano Mansueto. “Temos que nos comprometer para ser coerente com o que queremos para o Estado”, finalizou.

Fonte: Jornal Opção 

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