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Família consegue trazer corpo e enterrar em Goiás homem morto a facadas em Portugal; namorada é suspeita

Flávio Silva, 39, foi atacado após uma briga com a namorada, que está presa. Para pagar traslado do corpo até Turvânia, família precisou fazer 'vaquinha'.



O corpo de Flávio Machado da Silva, de 39 anos, morto a facadas em Portugal, foi enterrado na manhã desta quarta-feira (12) em Turvânia, a 92 km de Goiânia. A namorada dele, Simara da Silva Santos, 32, é suspeita de cometer o crime após uma briga. Ela está presa no país europeu e alegou legítima defesa.

Flávio foi sepultado no cemitério da cidade. O caixão, que estava lacrado, chegou ao Brasil na tarde de terça-feira (11).

Flávio morava há 17 anos em Portugal e trabalhava na construção civil. Segundo Eliane Maria da Silva, irmã dele, todos ainda estavam muito abalados, mas aliviados por ter conseguido trazer o corpo para sua terra natal.

"A família estava toda triste e angustiada. Foram 22 dias de muita espera. Ficou só a saudade, mas nos deixa mais tranquilo o fato do corpo ter sido trazido para cá. Era o último desejo da minha mãe", disse ao G1.

De acordo com a família, o custeio para trazer o corpo foi de R$ 23 mil. Eles conseguiram junto ao Governo de Goiás R$ 9,2 mil. O restante foi obtido entre os próprios parentes por meio de uma "vaquinha".



Crime

Flávio foi assassinado no dia 20 de janeiro em Odivelas, na Região Metropolitana de Lisboa. Ele residia com um irmão, Nilson Machado da Silva, que na ocasião estava em uma viagem turística pela Bélgica.

Outro irmão de Flávio, Nivaldo Machado da Silva, que reside em Goiânia, disse que ele era casado e tinha uma filha, mas se separou recentemente. Há menos de um mês, conforme os parentes, ele começou a namorar com Simara. Ele relata que, apesar do pouco tempo, o relacionamento parecia ser tranquilo.

"A família está abalada, ninguém esperava. Não tínhamos muitas informações dela, mas conversei com ele recentemente e ele estava feliz, disse que tinha encontrado uma pessoa boa", revela.

Amiga de Simara, Elisângela Araújo disse ao G1 DF que tenta entender o que aconteceu. “É angustiante não saber o que aconteceu. Nós queremos ajuda das autoridades brasileiras, pelo menos, para esclarecer o que houve", declarou.

Com informações do G1

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