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Está isolada em Hospital Público, mulher que testou positivo para coronavírus no DF

Confirmação de infecção será feita por laboratório de São Paulo. Secretaria de Saúde monitora pessoas que tiveram contato com paciente que voltou do Reino Unido.



A mulher de 52 anos que testou positivo para o novo coronavírus (Covid-19) no Distrito Federal foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Asa Norte (HRAN), no começo da madrugada desta sexta-feira (6). Uma análise a ser realizada pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, deve confirmar, em até três dias, se ela foi infectada pela doença.

A paciente chegou no HRAN –hospital público de referência para a doença em Brasília – em uma ambulância. Ela foi transportada de maca e usava máscara de oxigênio (veja acima). A equipe de médicos e enfermeiros que fez o atendimento também usava vestimenta de proteção.

Segundo a Secretaria de Saúde, a mulher esteve no Reino Unido e na Suíça. Ela voltou à capital em 26 de fevereiro, "quando começou a sentir febre, tosse e dificuldade de respirar", apontou a pasta.

A paciente foi internada em um hospital particular na quarta-feira (4). Lá ela fez o primeiro teste para o Conid-19 e a coleta de material para a contraprova.

Familiares e passageiros do avião

Segundo a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, as duas pessoas que tiveram contato com a mulher foram avaliadas e não apresentam infecção suspeita. A pasta informou que também vai acompanhar os passageiros que estavam nas duas fileiras na frente e atrás da mulher, além dos que sentaram nas laterais, em cada voo.

De acordo com a secretaria, o acompanhante da paciente "está ajudando a mapear os lugares por onde ela passou". A partir daí, servidores vão entrar em contato com as companhias aéreas para ter a lista dos passageiros.

"Os passageiros que moram no DF e que os que não residem na capital vão ser observados pelo Ministério da Saúde. Caso não apresentem sintomas, essas pessoas serão acompanhadas por telefone durante 14 dias."



Casos suspeitos

De acordo com o Ministério da Saúde, subiu para 20 o número de casos suspeitos da doença em investigação na capital. Até a última quarta-feira, eram 18 ocorrências. Outras nove suspeitas foram descartadas.

"Não temos hoje capacidade de dizer que é confirmado, porque estamos aguardando a contraprova", disse o secretário de vigilância de saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, durante a coletiva.

No DF, a Secretaria de Saúde analisa as amostras no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (LACEN). Todos os exames – tanto dos pacientes da rede pública quanto da rede privada – são feitos pelo órgão. Casos confirmados serão encaminhados ao HRAN, conforma plano de contingência do governo.


Com informações do G1

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